quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Comemoração dos aniversariantes do mês de Agosto- Alunos do 6º ano A - turma da Professora Gianne - Nova Lacerda-MT










Os alunos do 6ª ano A da Escola Municipal Getúlio Vargas juntamente com a professora Gianne Amorim, comemorou no ultimo dia 26 de agosto os aniversariantes do mês ( Marcos Vinicius e Paulo Henrique), aproveitaram a data para homenagear também a professora de Língua inglesa, Alcione Mary e o professor de informática Rogério Constance. Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
Parabéns a Todos!!!! Felicidades!!!!


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Projeto folclore brasileiro

PROJETO FOLCLORE

Objetivos
• Resgatar , vivenciar e valorizar manifestações da cultura popular brasileira;
• Conhecer a importância do folclore para a comunidade.
Metodologia
• Pesquisar com os alunos manifestações da cultura popular brasileira
• Analisar cada uma delas.
• Criar desenhos que possam ilustrar o trabalho.
O que pode ser trabalhado com este projeto?
• Língua Portuguesa - ortografia, escrita e leitura.
• Artes - criatividade, expressão gráfica.
• Estudos Sociais - as regiões, os costumes, a maneira de expressar-se.
Atividades
• Navegar em alguns sites para pesquisar sobre folclore
• Discutir com o grupo a cultura popular brasileira
• Construir um texto próprio sobre folclore
• Ilustrar

Produção Final
• Confecção de um livro de folclore a partir dos trabalhos dos próprios alunos


Objetivos:
• Incentivar a entender a sabedoria popular;
• Conhecer as principais lendas e personagens (Saci-pererê, Iara, Negrinho do Pastoreio, tatus brancos, Curupira, as Amazonas, boto, boitatá, lobisomem, quimbungo, etc.), tradições culturais, comidas típicas e rituais religiosos;
• Comparar o folclore brasileiro com o folclore de outros paises;
• Descobrir o uso, costumes e a utilização dos recursos próprios dos locais em que vivem.
Metodologia:
• Pesquisar sobre as lendas e mitos do folclore brasileiro;
• Entrevistar os amigos sobre as lendas e mitos que conhecem;
• Produzir textos sobre as diferentes lendas e mitos do folclore brasileiro;
• Refletir sobre a importância do folclore para a cultura nacional;
• Perceber os tipos de manifestações (carnaval, congada, folia de reis, festa junina, etc) folclóricas no Brasil;
• Realizar trabalhos em dupla. • Produção Final:
• Construir um livro com algumas lendas e mitos do folclore brasileiro;
• Disponibilizaremos o livro na página do projeto.
O que pode ser trabalhado com este projeto?
• Leitura e escrita, produção textual;
• Criatividade;
• Folclore brasileiro, cultura brasileira;
• Características regionais

Algumas lendas e mitos do folclore brasileiro:

Boitatá
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas, florestas e os animais. Possui a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre José de Anchieta, em 1560. Na região Nordeste do Brasil, o boitatá é conhecido como fogo que corre.

Boto
A lenda do boto surgiu, provavelmente, na região amazônica. Esta figura folclórica é representada por um homem jovem, bonito e charmoso que seduz mulheres em bailes e festas. Após a conquista, conduz as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes da madrugada, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se num lindo boto.

Curupira
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.

Lobisomem
Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.

Mãe-D'água
Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água: a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.

Corpo-seco
É uma espécie de assombração que fica assustando as pessoas nas estradas. Em vida, era um homem que foi muito malvado e só pensava em fazer coisas ruins, chegando a prejudicar e maltratar a própria mãe. Após sua morte, foi rejeitado pela terra e teve que viver como uma alma penada.

Pisadeira
É uma velha de chinelos que aparece nas madrugadas para pisar na barriga das pessoas, provocando a falta de ar. Dizem que costuma aparecer quando as pessoas vão dormir de estômago muito cheio.

Mula-sem-cabeça
Surgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.

Mãe-de-ouro
Representada por uma bola de fogo que indica os locais onde se encontra jazidas de ouro. Também aparece em alguns mitos como sendo uma mulher luminosa que voa pelos ares. Em alguns locais do Brasil, toma a forma de uma mulher bonita que habita cavernas e após atrair homens casados, os faz largar suas famílias.

Saci-Pererê
O saci é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas. Comum em todo Brasil

A Bruxa
A Bruxa dos medos infantis só aparece nas ameaças noturnas quando a criança teima em não dormir. É um mito comum em todo Brasil, e ora se confunde com a Cuca, ou outras figuras da noite, usadas desde os tempos antigos para controlar crianças inquietas.

O Zumbi
Interessante mito do nosso Folclore, que algumas vezes se confunde com o Saci, ou mesmo com o Heroi que liderou a rebelião dos Palmares Alagoanos. É um mito que explica inclusive de onde surgiu algumas expressões importantes do nosso vocabulário.

A Cuca
Embora a maioria a identifique como uma velha enrugada, de cabelos brancos e assanhados, muito magra, sempre ávida por crianças que não querem dormir cedo e fazem barulho, há muito mais por trás desse curioso mito de nossa cadeia folclórica.

A Lenda do Curupira ou Caipora
Personagem protetor das florestas e dos animais e tem os pés ao contrário. Dizem ser originária do Sudeste, mas, na verdade por ser um mito comum em todo o mundo, é comum também em todo Brasil, com pequenas variações entre regiões.

O Boi-Tatá
Animal extraordinário que vive nos rios e tem os olhos de fogo. Este mito, apesar de muito comum entre os índios, ocorre em todo país e na América do Sul e Central.

A Matinta-Perêra
Misteriosa criatura, ora pássaro ora gente, que vive nas matas. Embora, muito comum nos estados da Região Norte, é conhecido no País inteiro, já que é uma variação da Lenda do Saci Pererê e do Caipora.

O Lobisomem
Criatura, metade homem e metade lobo. De acordo com a lenda se alimentava de crianças. Lenda Européia, mas hoje comum em todo mundo.

A Mula-sem-Cabeça
Uma estranha aparição que corre pelas ruas dos pequenos povoados assustando todo mundo. Dependendo da região, ela pode ou não ter cabeça.

A Mulher da Meia Noite
Aparição na forma de uma mulher jovem e bonita, que encanta a todos e desaparece na porta dos cemitérios. Eis um mito que ocorre nas américas e na Europa, com relatos desde a Idade Média. O personagem, pode variar de um País para outro.

Região Centro Oeste

Romãozinho - (Atenção: Conteúdo Forte para crianças)
Eis a lenda de um menino que era a maldade em pessoa. Era tão ruim que cometeu falso testemunho contra a própria mãe, então foi amaldiçoado...

Região Nordeste

A Cabeça Satânica
Dizem que este ser seria a própria encarnação do mal. Aparece em lugares malditos e seu nome jamais deve ser pronunciado.
A Besta Fera
Terrível criatura que assusta as cidades do interior do País. Conforme a crença é o próprio demônio.
A Cidade Encantada de Jericoacoara
Lenda de uma misteriosa cidade subterrânea, no litoral do Ceará, com torres de ouro e uma princesa encantada.
O Papa Figo
Personagem muito popular, que sofre de uma terrível doença, cuja cura é o fígado de crianças. Por isso dá presentes às crianças para atraí-las. Lembra mito Europeu do Velho do Saco. Essa versão do Papa Figo, foi primeiro relatada no Nordeste, na cidade de Recife, Pernambuco.
O Barba Ruiva
Mito que nasceu no Piauí, às margens da Lagoa Paranaguá. É a história de um estranho homem de Barba Ruiva ou Branca, que corre atrás das mulheres...
A Cabra-Cabriola
Terrível criatura que pega meninos malcriados e desobedientes. Ela entra nas casas ao farejar que lá dentro, tem menino que não obedece aos pais ou mija na cama.

Região Norte

A Mãe-Dágua - A Iara
Lenda da sereia que com seu canto mágico, atrai as pessoas para o fundo dos rios.
A Lenda da Cobra Grande - Boiúna ou Cobra Norato
Incrível história de uma índia que deu à luz a dois filhos que eram Cobras...
A Lenda da Vitória Régia
Mito indígena que conta como surgiu a planta, que só existe no Amazonas, chamada Vitória Régia.

Região Sudeste

Chibamba
Lenda de um fantasma do sul da província de Minas Gerais, que amedronta crianças choronas. Anda envolto com uma esteira de bananeira, ronca como um porco, e dança enquanto caminha.
A Lenda do Saci-Pererê
História ilustrada com a lenda desse personagem símbolo do nosso folclore. Junto com o Caipora, é sem dúvida o mais famoso personagem do folclore brasileiro.
A Missa dos Mortos
Lenda de uma misteriosa missa que de tempos em tempos é realizada para aliviar as almas penadas.

Região Sul

O Negrinho do Pastoreio
O mais popular Mito do Sul do País. É a história de um pequeno escravo que se tornou mártir.



Parlendas
É uma arrumação de palavras sem acompanhamento de melodia, mas às vezes rimada, obedecendo a um ritmo que a própria metrificação lhe empresta. A finalidade é entreter a criança, ensinando-lhe algo. No interior, aí pela noitinha, naquela hora conhecida como “boca da noite”, as mulheres costumam brincar com seus filhos ensinando-lhes parlendas, brinquedos e trava-línguas. Uma das mais comuns é a elas ensinam aos filhos apontando-lhes os dedinhos da mão – Minguinho, seu vizinho, pai de todos, fura bolo e mata piolho.
Quando os ensina a bater palmas ou balança a rede, o berço ou a cadeira, diz:

Palma, palminha,
Palminha de Guiné
Pra quando papai vié,
Mamãe dá a papinha,
Vovó bate cipó,
Na bundinha do nenê.
Outras variantes são:

Bão, babalão,
Senhor Capitão,
Espada na cinta,
Ginete na mão.
Em terra de mouro
Morreu seu irmão,
Cozido e assado
No seu caldeirão. 0u Bão-balalão!
Senhor capitão!
Em terras de mouro
Morreu meu irmão,
Cozido e assado
Em um caldeirão;
Eu vi uma velha
Com um prato na mão,
Eu dei-lhe uma tapa
Ela, papo... no chão!


Hoje é domingo
Pé de cachimbo
Cachimbo é de barro
Bate no jarro
O jarro é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo. 0u Amanhã é domingo,
Pé de cachimbo;
Galo monteiro
Pisou na areia
A areia é fina
Que deu no sino
O sino é de prata
Que deu na barata
A barata é de ouro
Que deu no besouro
O besouro é valente
Que deu no tenente
O tenente é mofino
Que deu no menino...


Dinglin... dingues, Maria Pires?
Estou fazendo papa!
Para quem
Para João Manco.
Quem o mancou?
Foi a pedra.
Cadê a pedra?
Está no mato.
Cadê o mato?
O fogo queimou.
Cadê o fogo?
A água apagou.
Cadê a água?
O boi bebeu.
Cadê o boi?
Foi buscar milho.
Para quem?
Para a galinha.
Cadê a galinha?
Está “pondo”.
Cadê o ovo?
O padre bebeu.
Cadê o padre?
Foi dizer a missa.
Cadê a missa?
Já se acabou! 0u Cadê o toicinho daqui?
O gato comeu.
Cadê o gato?
Foi pro mato.
Cadê o mato?
O fogo queimou.
Cadê o fogo?
A água apagou.
Cadê a água?
O boi bebeu.
Cadê o boi?
Foi amassar trigo.
Cadê o trigo?
A galinha espalhou.
Cadê a galinha?
Foi botar ovo.
Cadê o ovo?
O padre bebeu.
Cadê o padre?
Foi rezar a missa.
Cadê a missa?
Já se acabou!
Os portugueses denominam as parlendas cantilenas ou lengalengas. Na literatura oral é um dos entendimentos iniciais para a criança e uma das fórmulas verbais que ficam, indeléveis, na memória adulta.








Um, dois, feijão com arroz.
Três, quatro, feijão no prato.
Cinco, seis, chegou minha vez
Sete, oito, comer biscoito
Nove, dez, comer pastéis.
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Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou?
Uma delas diz um número e as duas, sem soltarem as mãos, dão um giro completo com os braços, num movimento gracioso.
Repetem os giros até completar o número dito por uma das crianças.
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Um elefante amola muita gente...
Dois elefantes... amola, amola muita gente...
Três elefantes... amola, amola, amola muita gente...
Quatro elefantes amola, amola, amola, amola muito mais...
(continua...)
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– Cala a boca!
– Cala a boca já morrei
Quem manda em você sou eu!
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- Enganei um bobo...
Na casca do ovo!
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Dedo Mindinho
Seu vizinho,
Maior de todos
Fura-bolos
Cata-piolhos. "Um, dois, feijão com arroz.
Três, quatro, feijão no prato.
Cinco, seis, bolo inglês.
Sete, oito, comer biscoito.
Nove, dez, comer pastéis" .
"Batatinha quando nasce
se esparrama pelo chão.
Menininha quando dorme
põe a mão no coração".
"O cravo brigou com a rosa
debaixo de uma sacada
O cravo saiu ferido
e a rosa despetalada".
"Chuva e sol,
casamento de espanhol.
Sol e chuva,
casamento de viúva".
Bão, babalão,
Senhor Capitão,
Espada na cinta,
Ginete na mão.
Em terra de mouro
Morreu seu irmão,
Cozido e assado
No seu caldeirão. Bão-balalão!
Senhor capitão!
Em terras de mouro
Morreu meu irmão,
Cozido e assado
Em um caldeirão;
Eu vi uma velha
Com um prato na mão,
Eu dei-lhe uma tapa
Ela, papo... no chão!
Hoje é domingo
Pé de cachimbo
Cachimbo é de barro
Bate no jarro
O jarro é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo. Amanhã é domingo,
Pé de cachimbo;
Galo monteiro
Pisou na areia
A areia é fina
Que deu no sino
O sino é de prata
Que deu na barata
A barata é de ouro
Que deu no besouro
O besouro é valente
Que deu no tenente
O tenente é mofino
Que deu no menino...


TRAVALÍNGUAS
"São parlendas que ajudam a dicção. Ao falar rapidamente as palavras, a língua costuma ficar presa, travada. Daí o nome de travalíngua".
Leia algumas:
O rato roeu a roupa do rei de Roma. O rei roxo de raiva rallhou pra rainha remendar.
Quem a paca cara compra, cara a paca pagará.
Debaixo da pia tem um pinto, quando a bica pinga, o pinto pia.
O peito do pé do pai do padre Pedro é preto.
Num ninho de mafagafos,
seis mafagafinhos há.
Quem os desmafagafizar
bom desmafagafizador será.
O bispo de Constantinopla
Quer se desconstantinopolizar
Quem conseguir desconstantinopolizar
O bispo de Constantinopla
Bom desconstantinopolizador será.
A babá boa bebeu o leite do bebê.
Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia.
- O Tatá tá?
- Não. O Tatá não tá.
- Mas o tio do Tatá tá.
E quando o Tatá não tá e o tio do Tatá tá é o mesmo que o Tatá tá. Tá?
- Tá!
A pipa pinga, o pinto pia. Quanto mais o pinto pia, mais a pipa pinga.
Lá vem o velho Félix com um fole velho nas costas. Tanto fala o velho Félix como o fole do velho Félix fala.
E era o sapo dentro do saco
E o saco com o sapo dentro
E o sapo fazendo papo
E o papo fazendo vento.
O tempo perguntou ao tempo
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo
que o tempo não tem tempo,
nem tempo o tempo tem.
Quando digo "digo",
digo "digo", não digo "Diogo".
Quando digo "Diogo",
digo "Diogo", não digo "digo".
Jararaca é carajá. Jaca cara é jacaré.
Lanço o laço no salão.
O lenço lanço, a lança não.
Um papo de pato num prato de prata.
O sábio soube saber que o sabiá sabia assobiar.


Adivinhações

1. É nome de mulher e nome de homem. Ia mas acabou não indo?
Resposta: Isaias: Isa-ias
2. O que há no meio do coração?
Resposta: a letra “a”
3. Quem inventou a fila?
Resposta: as formigas
4. Na televisão cobre um país; no futebol, atrai a bola; em casa incentiva o lazer. O que é?
Resposta: a rede
5. Mantém sempre o mesmo tamanho, não importa o peso?
Resposta: a balança
6. Por que os loucos nunca estão em casa?
Resposta: porque vivem fora de si.
7. O que detestamos na praia e adoramos na panela?
Resposta: caldo
8. O que é que cai de pé e corre deitado?
Resposta: as gotas da chuva
9. Por que é que o boi sobe o morro?
Resposta: porque não pode passar por baixo
10. Tem cabeça, tem dente, tem barba, não é bicho nem é gente, o que é?
Resposta: alho
11. O que é o que é, tem chapéu, mas não tem cabeça, tem boca mas não fala, tem asa mas não voa?
Resposta: bule
12. Qual a semelhança que há entre a arrumação de uma casa e o samba
Resposta: em ambas mexemos com as cadeiras
13. O que a banana falou para o tomate?
Resposta: eu que tiro a roupa e você é quem fica vermelha?
14. O que a areia da praia falou para o mar?
Resposta: deixa de onda...
15. O que são vários pontinhos amarelos na parede?
Resposta: fandangos alpinistas
16. O que é que dá um pulo e se veste de noiva?
Resposta: pipoca
17. Por que algumas pessoas colocam o despertador do debaixo do travesseiro?
Resposta: para acordar em cima da hora.
18. O que o tomate foi fazer no banco?
Resposta: tirar extrato
19. O que é que se pões na mesa, parte, reparte mas não se come?
Resposta: baralho
20. O que é que se tem debaixo de um tapete do hospício?
Resposta: Um doido varrido
21. Qual a diferença entre o gato e a Coca- cola?
Resposta: O gato mia, a Coca- cola light.
22. Qual é o queijo que mas sofre?
Resposta: O Queijo ralado.
23. Por que o boi baba?
Resposta: porque ele não sabe cuspir!!
24. Tem asa, tem bico, e fica em baixo da cama
Resposta: as pessoas irão respoder pinico, mas é bule! hehehe...o bule é meu eu coloco onde quiser! rs
25. O que é , o que é? Quando a gente fica em pé ele fica deitado e quando a gente fica deitado ele fica em pé?
Resposta: O Pé
26. O que é, o que é? Tem coroa mas não é rei, tem espinho mas não é peixe?
Resposta: Abacaxi
27. Qual o pé que é mais rápido?
Resposta: O pé- de- vento!!!
28. O Que é, uma casinha sem tranca e sem janela?
Resposta: OVO
29. O que o chão falou para mesa?
Resposta: Fecha as pernas que eu tô vendo tudo.
30. Na água nasci, na água me criei, mas se me jogarem na água morrerei?
Resposta: O Sal
31. Qual o lugar em que todos podem sentar menos você?
Resposta: O seu colo.
32. O que é que anda com os pé na cabeça?
Resposta: O piolho!
33. O que a fechadura disse pra chave?
Resposta: Vamos dar uma voltinha?
34. Dois vizinhos. Um não vai a casa do outro e os dois não se vêem por causa de um morrinho ? Quem são eles ???
Resposta: Os olhos
35. O que o cavalo foi fazer no orelhão?
Resposta: passar um trote
36. Porque o elefante usa óculos verde?
Resposta: Para ver de perto.
37. Porque o elefante usa óculos vermelho?
Resposta: Para ver melhor.
38. O que entra na água e não se molha?
Resposta: A sombra
39. O que mais se tira mas aumenta?
Resposta: O buraco.
40. O cinema estava cheio de cimento, qual o nome do filme?
Resposta: Nenhum, o cinema estava em construção.
41. O que pesa mais no mundo?
Resposta: a balança
42. O que é, o que é? Do tamanho de uma bolota e enche a casa até à porta?
Resposta: A Luz
43. O que é, o que é? Éramos dois irmãos unidos, os dois de uma cor. Nunca fiquei sem missa, mas meu irmão já ficou. Para festas e banquetes a mim convidarão. Para festas de cozinha, convidarão meu irmão.
Resposta: vinho e vinagre
44. O que é, o que é? Qual o céu que não possui estrelas?
Resposta: O céu da boca
45. O que é, o que é? Que é irmã de minha tia e não é minha tia?
Resposta: A minha mãe
46. O que é, o que é? Enche uma casa completa, mas não enche uma mão. Amarrado pelas costas, entra e sai sem ter portão.
Resposta: O Botão
47. O que é, o que é? De dia tem quatro pés e de noite tem seis?
Resposta: A cama
48. O que é, o que é? Anda deitado e dorme em pé?
Resposta: O Pé
49. O que é, o que é? À direita sou um homem, facilmente acharás. Às avessas só à noite e nem sempre encontrarás.
Resposta: Raul e luar
50. Um pato vai subindo uma ladeira e põe um ovo. O ovo desce ou sobre?
Resposta: O pato não põe ovo, quem põe ovo é a pata!
51. O que é, o que é? Que é meu, mas meus amigos usam mais do que eu?
Resposta: O meu nome
52. Por que o computador foi preso?
Resposta: Porque ele executou um programa.
53. O que é que quanto mais rugas tem mais novo é?
Resposta: O Pneu.
54. O gafanhoto traz na frente e a pulga traz atrás?
Resposta: A sílaba "ga"
55. Fruta vermelha, doce e saborosa
Quando está madura fica mais gostosa
Resposta: caqui
56. O Que é o que é?
Estou no início da rua,no fim do mar e no meio da cara?
Resposta: A letra " r"
57. De leite é feito, muito bom e nutritivo
Se nome rima com beijo.
Resposta: Queijo
58. Todas as mães têm.
Sem ele não tem pão.
Some no inverno
Aparece no verão.
Resposta: O til~
59. se você mudar uma letra em meu nome
Irá aparecer o nome do animal que é meu maior inimigo
Resposta: Rato
60. Trabalha tempo dobrado.
Sempre de noite e de dia
Se teima em ficar parado, só com uma corda andaria
Resposta: O Relógio
61. Em um aquário tem 10 peixes 5 morreram afogados.Quantos sobraram?
Resposta: Peixe não morre afogado
62. O que é o que é?O que é, o que é, que fica cheio de boca para baixo e vazio de boca para cima?
Resposta: O Chapéu
63. Eu tenho uma enxada uma pá e uma foice.Quantas ferramentas eu tenho?
Resposta: Duas,porque uma foi-se
64. O que é o que é: Quando parte uma partem as duas, quando chega uma chegam as duas?
Resposta: Pernas
65. Qual a coisa mais veloz do mundo?
Resposta: O Pensamento
66. O que é que nós matamos quando está nos matando?
Resposta: A Fome
67. O que é que correr pela casa toda e depois dorme num canto?
Resposta: A vassoura
68. O que é que quanto mais se perde, mais se tem?
Resposta: O Sono
69. Qual o sobrenome que todo mundo tem?
Resposta: Costa
70. Qual a maior boca do mundo?
Resposta: A boca da noite
71. O que é que faz virar a cabeça d eum homem?
Resposta: O Pescoço
72. QUEM É QUE NASCE NO RIO, VIVE NO RIO E MORRE NO RIO, MAS NÃO ESTÁ SEMPRE MOLHADO?
Resposta: O CARIOCA.
73. O QUE É QUE CORRE EM VOLTA DO PASTO INTEIRO SEM SE MEXER?
Resposta: A CERCA.
74. O QUE É QUE NUNCA PASSA, E SEMPRE ESTÁ NA FRENTE?
Resposta: O FUTURO.
75. QUAL A DIFERENÇA ENTRE A MULHER E O LEÃO?
Resposta: A MULHER USA BATOM E O LEÃO RUGE.
76. O QUE É QUE PODE SER DE FERRO, DE GELO, DE CHOCOLATE E DE ÁGUA AO MESMO TEMPO?
Resposta: BARRA.
77. QUAIS AS CAPITAIS BRASILEIRAS MAIS FALADAS NO MÊS DE DEZEMBRO?
Resposta: NATAL, BELÉM E SALVADOR.
78. O QUE É QUE QUANDO SE ESCREVE COM “O” COSTUMA MATAR, E COM “A” SÓ SERVE PARA AMARRAR?
Resposta: TIRO/TIRA.
79. O QUE É QUE PODE PASSAR DIANTE DO SOL SEM FAZER SOMBRA?
Resposta: O VENTO.
80. O que o zero disse para o oito?
Resposta: Que cinto maneiro!!!
81. Quatro pés, em cima de quatro pés, esperando quatro pés chegar. Quatro pés não veio, quatro pés foi embora, quatro pés ficou. O que é o que é?
Resposta: O gato em cima da mesa esperando o rato chegar, o rato não veio, o gato foi embora e a mesa ficou.
82. O que a zebra disse para a mosca?
Resposta: Você está na minha lista negra
83. O Que o nadador faz para bater o recorde?
Resposta: Nada.
84. COM DEZ PATAS VAI DE LADO,
CONSTELAÇÃO TEM SEU NOME,
NÃO TEM PESCOÇO E É CAÇADO
PORQUE É GOSTOSO E SE COME.
Resposta: CARANGUEJO.
85. TODO MUNDO PRECISA,
TODO MUNDO PEDE,
TODO MUNDO DÁ,
MAS NINGUÉM SEGUE?
Resposta: CONSELHO.
86. Você está em uma sala escura com um unico fósforo na mão,à sua frente tem uma vela,uma lamparina e uma pilha de lenha o que você acenderia primeiro?
Resposta: o fósforo
87. Qual a cidade Sulamericana que pende nos galhos da árvore?
Resposta: Lima
88. O que é o que é? Subindo o sol Vai se encurtando descendo o sol vai se alongando?
Resposta: A Sombra
89. Tem coroa, mas não é rei, tem raiz, mas não é planta?
Resposta: O Dente
90. O que é, o que é: De dia fica no céu e à noite fica na água?
Resposta: A dentadura
91. O QUE É O QUE É NÃO TEM PÉ E CORRE, TEM LEITO E NÃO DORME, QUANDO PÁRA, MORRE?
Resposta: O rio
92. O QUE É O QUE É RESPONDA DEPRESSA, NÃO SEJA BOCÓ, TEM NO POMAR E NO SEU PALETÓ?
Resposta: Manga
93. O QUE É O QUE É: É VERDE E NÃO É PLANTA, FALA E NÃO É GENTE?
Resposta: Papagaio
94. O QUE É O QUE É UMA CAIXINHA DE BOM PARECER, NÃO HÁ CARPINTEIRO QUE SAIBA FAZER?
Resposta: A Noz
95. ESTÁ NO MEIO DO OVO?
Resposta: A LETRA V.
96. O QUE É QUE É QUE NUNCA VOLTA, EMBORA NUNCA TENHA IDO?
Resposta: O PASSADO.
97. O que é, o que é?
É verde e não é capim.
É branco e não é algodão.
É vermelho e não é sangue
É preto e não é carvão
Resposta: Melância
98. O que é, o que é?
Que não se come,
mas é bom para se comer?

Resposta: Talher
99. O que é, o que é?
Que mesmo atravessando
o rio consegue não se molhar?Ponte

Resposta: A Ponte
100. O que é, o que é?
Me diga se for capaz.
Me diga quem é aquele
que num instante se quebra
se alguém diz o nome dele?

Resposta: O Silêncio
101. O que é, o que é o castelo que nem um rei ou rainha mora?
Resposta: O castelo de areia
102. Por que o louco toma banho com o chuveiro desligado?
Resposta: Porque comprou xampu para cabelos secos
103. Qual a maior injust iça do Natal?
Resposta: O Peru morre e a missa é do Galo
104. O que é o que é: Destrói tudo com três letras?
Resposta: Fim
105. O que é o que é: Não tem olhos, mas pisca; não tem boca, mas comanda?
Resposta: O semáforo
106. Qual o vinho que não tem álcool?
Resposta: O-vinho de codorna.
107. Como a bruxa sai na chuva?
Resposta: De rodo
108. O que é o que é: Quanto mais eu tiro mais eu tenho?
Resposta: fotografias
109. Quem é o rei da horta?
Resposta: O Rei Polho.
110. Por que o Batman colocou o batmóvel no seguro?
Resposta: Porque ele tem medo que robin.
111. Qual é o fim da picada?
Resposta: Quando o pernilongo vai embora.
112. O que é, o que é: cintura fina e perna alongada, toca corneta e leva bofetada?
Resposta: O pernilongo.
113. O que é o que é: Tem 5 dedos, mas não tem unha?
Resposta: A luva
114. O que é o que é:Que quanto mais cresce menos se vê?
Resposta: A escuridão
115. Quem morre em pé?
Resposta: A vela
116. Tem cabeça e não é gente, tem dente e não é pente?
Resposta: alho
117. Os pais desse bebê não tem braços, qual é o nome do filme?
Resposta: Ninguém segura esse bebê.
118. Tem um gato chamado tido ele sempre fica no cesto,certo dia ele foi embora,qual é o nome do filme?
Resposta: O sexto sentido
119. Tenho forma redonda e sou rosa porém nem todos os rios do mundo puderam me encher?
Resposta: Peneira.
120. Ao todo são 3 irmãos: o mais velho já se foi o do meio está conosco e o caçula não nasceu?
Resposta: Passado, presente e futuro.
121. Por que a vaca baba?
Resposta: Porque não consegue cuspir!
122. O que é que anda com a barriga para trás?
Resposta: A perna da gente.
123. Por que é difícil enterrar o elefante?
Resposta: Porque os parentes lotam o cemitério.
124. Duas pulgas decidiram passear. O que uma perguntou a outra?
Resposta: Vamos a pé ou tomamos um cachorro.
125. Qual é o animal que não vale mais nada?
Resposta: O javali.
126. Onde é que o boi consegue passar, mas o mosquito fica preso?
Resposta: Na teia de aranha.
127. Qual é o melhor dia para jogar basquete?
Resposta: Na Sexta-Feira.
128. O que é, o que é, que anda deitado e dorme em pé?
Resposta: É o pé!
129. O que o cirurgião e o matemático têm em comum?
Resposta: Ambos vivem fazendo operações.
130. Por que o menino colocou o despertador embaixo da cama?
Resposta: Para acordar em cima da hora.
131. Qual é a palavra que só tem três letras e acaba com tudo?
Resposta: Fim.
132. Quando é que um tigre se parece com um velho?
Resposta: Quando é um tigre de bengala.
133. O que é que nasce grande e morre pequeno?
Resposta: O lápis.
134. O que a zebra disse para a mosca?
Resposta: Você está na minha listra negra.
135. O que tem no meio do ovo?
Resposta: A letra 'V'.
136. O que é, o que é que se alimenta de léguas?
Resposta: O Papa-léguas.


Músicas

Marcha Soldado
Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional

Pirulito Que Bate Bate
Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
Quem gosta de mim é ela
Quem gosta dela sou eu
Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
A menina que eu gostava
Não gostava como eu

Samba Lelê
Samba Lelê está doente
Está com a cabeça quebrada
Samba Lelê precisava
De umas dezoito lambadas
Samba , samba, Samba ô Lelê
Pisa na barra da saia ô Lalá (BIS)
Ó Morena bonita,
Como é que se namora ?
Põe o lencinho no bolso
Deixa a pontinha de fora
Ó Morena bonita
Como é que se casa
Põe o véu na cabeça
Depois dá o fora de casa
Ó Morena bonita
Como é que cozinha
Bota a panela no fogo
Vai conversar com a vizinha

Ó Morena bonita
Onde é que você mora
Moro na Praia Formosa
Digo adeus e vou embora

O Cravo e a Rosa
O Cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O Cravo ficou ferido
E a Rosa despedaçada
O Cravo ficou doente
A Rosa foi visitar
O Cravo teve um desmaio
A Rosa pos-se a chorar

Capelinha de Melão
Capelinha de Melão é de São João
É de Cravo é de Rosa é de Manjericão
São João está dormindo
Não acorda não !
Acordai, acordai, acordai, João!

Ciranda Cirandinha

Ciranda Cirandinha
Vamos todos cirandar
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar
O Anel que tu me destes
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou
Por isso dona Rosa
Entre dentro desta roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá se embora
Nesta Rua
Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração
Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu tambémSe eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem
Se esta rua se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar

Atirei o Páu no Gato
Atirei o páu no gato tô tô
Mas o gato tô tô
Não morreu reu reu
Dona Chica cá
Admirou-se se Do berro, do berro que o gato deu Miau !!!!!!

Fui no Tororó
Fui no Tororó beber água não achei
Achei linda Morena
Que no Tororó deixei
Aproveita minha gente
Que uma noite não é nada
Se não dormir agora
Dormirá de madrugada
Oh ! Dona Maria,
Oh ! Mariazinha, entra nesta roda
Ou ficarás sozinha !
Sozinha eu não fico
Nem hei de ficar !
Por que eu tenho o Pedro
Para ser o meu par !



Pézinho
Ai bota aqui Ai bota aqui o seu pézinhoSeu pézinho bem juntinho com o meu (BIS)
E depois não va dizer
Que você se arrependeu ! (BIS)

Mineira de Minas
Sou mineira de Minas, Mineira de Minas Gerais (BIS)
Rebola bola você diz que dá que dáVocê diz que dá na bola, na bola você não dá !
Sou carioca da gema,Carioca da gema do ovo (BIS)
Rebola bola você diz que dá que dá
Você diz que dá na bola, na bola você não dá !

Cai Cai Balão
Cai cai balão, cai cai balão Na rua do sabão Não Cai não, não cai não, não cai não Cai aqui na minha mão !
Cai cai balão, cai cai balão Aqui na minha mão Não vou lá, não vou lá, não vou lá Tenho medo de apanhar !

Boi da Cara Preta
Boi, boi, boi
Boi da cara preta
Pega esta criança que tem medo de careta
Não , não , não Não pega ele não Ele é bonitinho, ele chora coitadinho

Terezinha de Jesus
Terezinha de Jesus deu uma queda Foi ao chãoAcudiram três cavalheirosTodos de chapéu na mão O primeiro foi seu pa O segundo seu irmão O terceiro foi aquele Que a Tereza deu a mão Terezinha levantou-se Levantou-se lá do chão E sorrindo disse ao noivo Eu te dou meu coração Dá laranja quero um gomo Do limão quero um pedaço Da morena mais bonita Quero um beijo e um abraço

Peixe Vivo
Como pode o peixe vivo Viver fora da água fria Como pode o peixe vivo Viver fora da água fria
Como poderei viver Como poderei viver Sem a tua, sem a tua Sem a tua companhia Sem a tua, sem a tua Sem a tua companhia

Os pastores desta aldeia Ja me fazem zombaria Os pastores desta aldeia Ja me fazem zombaria
Por me verem assim chorando Por me verem assim chorando Sem a tua, sem a tua Sem a tua companhia Sem a tua, sem a tua Sem a tua companhia

O Meu Boi Morreu
O meu boi morreu O que será de mim Mande buscar outro,oh Morena Lá no Piauí O meu boi morreu O que será da vaca Pinga com limão, oh Morena Cura urucubaca
A Rosa Amarela
Olha a Rosa amarela, Rosa Tão Formosa, tão bela, Rosa Olha a Rosa amarela, Rosa Tão Formosa, tão bela, Rosa
Iá-iá meu lenço, ô Iá-iá
Para me enxugar, ô Iá-iá
Esta despedida, ô Iá-iá
Já me fez chorar, ô Iá-iá (repete)

A Gatinha Parda
A minha gatinha parda, que em Janeiro me fugiu
Onde está minha gatinha, Você sabe, você sabe, você viu ?
Eu não vi sua gatinha, mas ouvi o seu miau
Quem roubou sua gatinha Foi a bruxa, foi a bruxa pica-páu

A Barraquinha
Vem, vem, vem Sinhazinha Vem, vem para provar Vem, vem, vem Sinhazinha
Na barraquinha comprar
Pé de moleque queimado
Cana, aipim, batatinha
Ó quanta coisa gostosa
Para você Sinhazinha

Balaio
Eu queria se balaio, balaio eu queria ser Pra ficar dependurado, na cintura de “ocê”
Balaio meu bem, balaio sinhá Balaio do coração
Moça que não tem balaio, sinhá
Bota a costura no chão
Eu mandei fazer balaio, pra guardar meu algodão
Balaio saiu pequeno, não quero balaio não
Balaio meu bem, balaio sinháBalaio do coração Moça que não tem balaio, sinhá Bota a costura no chão


Boi Barroso
Eu mandei fazer um laço do couro do jacaré
Pra laçar o boi barroso, num cavalo pangaré
Refrão Meu Boi Barroso, meu Boi Pitanga
O teu lugar, ai, é lá na cana
Adeus menina, eu vou me embora
Não sou daqui,ai, sou lá de fora
Meu bonito Boi Barroso,que eu já dava por perdido
Deixando rastro na areia logo foi reconhecido
-Refrão

O Pobre Cego
Minha Mãe acorde, de tanto dormir Venha ver o cego, Vida Minha, cantar e pedir Se ele canta e pede, de-lhe pão e vinho
Mande o pobre cego, Vida Minha, seguir seu caminho Não quero teu pão, nem também teu vinho Quero só que a minha vida, Vida Minha, me ensine o caminho Anda mais Aninha, mais um bocadinho, Eu sou pobre cego, Vida Minha, não vejo o caminho

Tutu Marambá
Tutu Marambá não venhas mais cá
Que o pai do menino te manda matar (repete) Durma nenem, que a Cuca logo vem Papai está na roça e Mamãezinha em Belém Tutu Marambá não venhas mais cá Que o pai do menino te manda matar (repete)


Sapo Jururu
Sapo Jururu na beira do rio
Quando o sapo grita, ó Maninha, diz que está com frio
A mulher do sapo, é quem está la dentro
Fazendo rendinha, ó Maninha, pro seu casamento

Ai, Eu Entrei na Roda
Refrão - Ai, eu entrei na roda
Ai, eu não sei como se dança
Ai, eu entrei na “rodadança”
Ai, eu não sei dançar
Sete e sete são quatorze, com mais sete, vinte e umTenho sete namorados só posso casar com um Namorei um garotinho do colégio militar
O diabo do garoto, só queria me beijar
Todo mundo se admira da macaca fazer renda
Eu já vi uma perua ser caixeira de uma venda

Lá vai uma, lá vão duas, lá vão três pela terceira
Lá se vai o meu benzinho, no vapor da cachoeira
Essa noite tive um sonho que chupava picolé
Acordei de madrugada, chupando dedo do pé

Cachorrinho
Cachorrinho está latindo lá no fundo do quintal
Cala a boca, Cachorrinho, deixa o meu benzinho entrar
Refrão - Ó Crioula lá ! Ó Crioula lá, lá !
Ó Crioula lá ! Não sou eu quem caio lá !
Atirei um cravo n’água de pesado fou ao fundo
Os peixinhos responderam, viva D. Pedro Segundo.
Refrão


O Meu Galinho
Há três noites que eu não durmo, ola lá ! Pois perdi o meu galinho, ola lá ! Coitadinho, ola lá ! Pobrezinho, ola lá ! Eu perdi lá no jardim. Ele é branco e amarelo, ola lá ! Tem a crista vermelhinha, ola lá ! Bate as asas, ola lá !Abre o bico, ola lá !Ele faz qui-ri-qui-qui.Já rodei em Mato Grosso, ola lá! Amazonas e Pará, ola lá Encontrei, ola lá ! Meu galinho, ola lá !No sertão do Ceará !

Que é de Valentim
Que é de Valentim ? Valentim Trás Trás Que é de Valentim ? É um bom rapaz Que é de Valentim ? Valentim sou eu Deixa a moreninha, que esse par é meu !
São João Da Ra Rão
São João Da Ra Rão
Tem uma gaita-ra-rai-ta
Que quando toca-ra-roca
Bate nela



Roda Pião

O Pião entrou na roda, ó pião ! (bis)
Refrão Roda pião, bambeia pião ! (bis)
Sapateia no terreiro, ó pião ! (bis)
Mostra a tua figura, ó pião ! (bis)
Faça uma cortesia, ó pião ! (bis)
Atira a tua fieira, ó pião ! (bis)
Entrega o chapéu ao outro, ó pião ! (bis)

Meu Limão, Meu Limoeiro
Meu limão, meu limoeiro
Meu pé de jacarandá
Uma vez, tindolelê
Outra vez, tindolalá

Escravos de Jó
Escravos de Jó jogavam caxangá
Tira, bota deixa o Zé Pereira ficar
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue za (bis)


A Barata diz que tem
A Barata diz que tem sete saias de filó
É mentira da barata, ela tem é uma só
Ah ra ra, iá ro ró, ela tem é uma só !
A Barata diz que tem um sapato de veludo
É mentira da barata, o pé dela é peludo
Ah ra ra, Iu ru ru, o pé dela é peludo !
A Barata diz que tem uma cama de marfim
É mentira da barata, ela tem é de capim
Ah ra ra, rim rim rim, ela tem é de capim
A Barata diz que tem um anel de formatura
É mentira da barata, ela tem é casca dura
Ah ra ra , iu ru ru, ela tem é casca dura
A Barata diz que tem o cabelo cacheado
É mentira da barata, ela tem coco raspado
Ah ra ra, ia ro ró, ela tem coco raspado

Pai Francisco
Pai Francisco entrou na roda
Tocando o seu violão
Bi–rim-bão bão bão, Bi–rim-bão bão bão !
Vem de lá Seu Delegado
E Pai Franciso foi pra prisão.
Como ele vem todo requebrado
Parece um boneco desengonçado


BRINCADEIRAS QUE RESISTIRAM AO TEMPO:

AMARELINHA
BARRA-MANTEIGA CABO DE GUERRA
CABRA CEGA PASSA, PASSARÁS

PASSAR ANEL
BRINQUEDO DE ESCONDER
Jogos

PAU-DE-SEBO
QUEBRA-POTES

Professora Giane Amorim

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Grupo de Estudo do Gestar II - TP5 Nova Lacerda- MT











O grupo de professores de Língua portuguesa da rede municipal de Ensino de Nova Lacerda- MT, reune ao menos uma vez na semana para por as leituras do GestarII em dia. Esse encontro aconteceu no último dia 16 de agosto nas dependências da Escola Municipal Getúlio Vargas.

Relatório TP5- Avançando na prática unidade 17




















































Palavras...

Não busqueis na maioria das palavras o que se deve realmente entender como um verdadeiro sentido de amor. As palavras são importantes para as comunicações, mas não são tão bem explicativas para demonstrar o que de real se precisa saber. Quantas palavras o nosso vocabulário tem? Quantas frases se pode montar com elas? E quantas nós colocamos em prática? As pessoas se prendem tanto às palavras, vigiando todas por toda parte, e cobram o que elas dizem, sem na maioria das vezes sequer entendê-las. Quando se lê uma frase com o coração, o sentido é tão diferente que, às vezes, uma pequena palavra cresce aos nossos olhos, nos chamando a atenção e levando-nos à compreensão exata daquilo que se é falado ou lido. Cuidado ao falar, as palavras criam formas e se manifestam pela vida, ocupando todo o espaço. Falar é simples, mas falar com os olhos do coração será sempre mais seguro. O importante em tudo que se faz, seja falado, escrito, lido ou pensado, é a proporção de sentimento bom usado para manifestar o princípio básico da vida: o amor, apenas o amor.
Palavras são palavras!Não apenas isso, são aglomerados de energia condensada, são expressões de pensamentos, de idéias e sentimentos.Palavras são palavras, não são boas nem ruins! O significado, a energia que elas passam é que faz a diferença! A diferença que reside no sentimento que nós expressamos através do verbo. Pense muito bem antes de falar! Palavras ditas não voltam atrás!Se forem boas, ecoam agradavelmente,Se forem más, ecoam dolorosamente.
Aos 17 dias do mês de agosto apresentei aos alunos do 6º ano o texto palavras, o qual nos mostra a tonalidade emotiva das palvras através deste motivá los a também apresentar as motivações que sentem nas palavras. No primeiro momento disse algumas palavras aos alunos e pedi para que fizessem a definição do que lembrava aquela palavra, qual a relação de sentido que fariam com a mesma. Como sabemos algumas palavras, mesmo que as ouvimos pela primeira vez, não carecem explicação de seu significado, são auto explicativas. Após o comentário do texto de
Adriana Falcão ( Palavra- do livro pequeno dicionário de palavras ao vento. São Paulo:Planeta do Brasil,2003,p.108-10.) Pedi aos alunos que usassem a criatividade para expressarem através das palavras o que representava as palavras: Frio, quentes, pesadas, leve, engraçadas e tristes. Todos adoraram o desafio, segue em anexo o resultado das produções.
Professora Gianne Amorim


Folclore Brasileiro

Folclore Brasileiro Mitos e Lendas do Brasil, mitologia, contos e lendas populares, lendas e mitos da cultura popular brasileira, saci-pererê, curupira, boitatá, lobisomem e mula-sem-cabeça, festas populares, Dia do Folclore, festividades e comemorações, contos folclóricos do nordeste
O que é Folclore ?
Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.

As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.

Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.

Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil:
Boitatá
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".
Boto Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.
Curupira Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
Lobisomem Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.
Mãe-D'água Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água : a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.
Corpo-seco É uma espécie de assombração que fica assustando as pessoas nas estradas. Em vida, era um homem que foi muito malvado e só pensava em fazer coisas ruins, chegando a prejudicar e maltratar a própria mãe. Após sua morte, foi rejeitado pela terra e teve que viver como uma alma penada.
Pisadeira É uma velha de chinelos que aparece nas madrugadas para pisar na barriga das pessoas, provocando a falta de ar. Dizem que costuma aparecer quando as pessoas vão dormir de estômago muito cheio.
Mula-sem-cabeça Surgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.
Mãe-de-ouro Representada por uma bola de fogo que indica os locais onde se encontra jazidas de ouro. Também aparece em alguns mitos como sendo uma mulher luminosa que voa pelos ares. Em alguns locais do Brasil, toma a forma de uma mulher bonita que habita cavernas e após atrair homens casados, os faz largar suas famílias.
Saci-Pererê O saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.

Curiosidades:- É comemorado com eventos e festas, no dia 22 de Agosto, aqui no Brasil, o Dia do Folclore.- Em 2005, foi criado do Dia do Saci, que deve ser comemorado em 31 de outubro. Festas folclóricas ocorrem nesta data em homenagem a este personagem. A data, recém criada, concorre com a forte influência norte-americana em nossa cultura, representanda pela festa do Halloween - Dia das Bruxas.- Muitas festas populares, que ocorrem no mês de Agosto, possuem temas folclóricos como destaque e também fazem parte da cultura popular.

Relatório Do avançando na Prática TP4 - "Admirável mundo louco" de Ruth Rocha

xO trabalho com o texto “Admirável mundo louco” de Ruth Rocha foi desenvolvido em quatro aula e os alunos demonstraram bastante interesse pela atividade. Inicialmente o título do texto foi colocado no quadro e os alunos deveriam refletir sobre ele e informar os possíveis assuntos abordados nesse texto. A grande maioria acreditou que se tratava de uma história sobre o planeta Terra com os problemas ambientais que ele possui, outros levantaram a possibilidade da história ocorrer em lugares diferentes, planetas ou até mesmo em um hospício. Dois alunos chegaram a dizer que o título poderia ser uma manchete de jornal sobre a violência e a vida tumultuada nas grandes cidades.No momento em que os estudantes identificaram o nome da autora, tiveram a certeza de que o texto não poderia ser uma reportagem. Muitos conheciam várias obras de Ruth Rocha e lembraram de algumas personagens. Os livros mais citados pelos alunos foram “A escola de Marcelo” e “O coelhinho que não era da Páscoa”. Conversamos um pouco sobre as histórias dos livros e, logo em seguida, cada aluno deveria ler individualmente o texto.Alguns alunos demonstraram dificuldade em identificar o narrador e, depois da leitura, comentaram que não compreenderam o texto. Começamos a analisar as informações existentes e, a partir da constatação de que o narrador não poderia ser um humano, foi mais fácil perceber que ele era um ET. Durante essa atividade, dois alunos evidenciaram não saber a diferença entre narrador e autor, disseram que a narradora era Ruth Rocha. Conversamos sobre o assunto e as dúvidas foram esclarecidas.Depois da leitura, os alunos formaram grupos de três componentes e elaboraram questões sobre o texto e depois uma produção escrita com o tema " mundo louco" e tivemos êxito na produção, pois saíram textos ótimos. Inicialmente a proposta gerou estranhamento, pois os alunos estavam acostumados somente a responder perguntas. Grande parte dos questionamentos formulados pelos alunos foi sobre o narrador do texto, as possíveis características dele e o significado das palavras e expressões, como por exemplos, “caixa” e “freguetes”. Surgiram também questões nas quais os estudantes deveriam expor a suas opiniões sobre o texto, o título e a vida nas grandes cidades.Cada grupo leu em voz alta para a turma os questionamentos elaborados e a produção escrita, os demais alunos responderam as perguntas e analisaram a clareza de cada uma delas. Quando uma questão não estava clara, a turma toda apontava soluções para corrigi-la e o autor da pergunta ajudava informando as intenções dele no momento em que escreveu a pergunta. Procurei esclarecer alguns pontos que ficou confuso para o grupo, auxiliando -os nas respostas. Nas apresentações foi nitidamente perceptível um maior envolvimento dos alunos a essa segunda proposta, especialmente no momento de discussão sobre o texto e todos concluiram o trabalho com êxito.
Profª Gianne Amorim

Relatório de atividades do TP3 Gestar II -Literatura de Cordel

"Cordel não é aquele pendurado num cordão,
é aquele que foi feito com as cordas do coração."
Manoel Caboclo


Aos 04 dias do mês de maio apresentei aos alunos do 6º ano a Literatura de Cordel com o seguinte poema de desafio, um dos gêneros textuais estudados no TP3, observei que os alunos
A tradição desse gênero oral, popular, é muito antiga e permanece até nossos dias. É uma atividade de contar histórias. É chamado assim porque as folhas são penduradas ou dobradas num cordinha para atrair a clientela. No Brasil, essa tradição, herdada dos portugueses, foi seguida e ainda é muito viva, principalmente no Nordeste brasileiro, região rica em manifestações culturais, onde há a presença sempre atuante dos contadores de histórias e dos poetas populares, com suas cantorias, improvisos e desafios.
Para enriquecer as aulas, utilizei os poemas de Patativa do Assaré,Para encaminhar a atividade proposta,foi solicitado que cada aluno lesse a biografia do mesmo, foi apresentado também os vídeos abaixo retirados do site http://www.youtube.com/. São dcumentários sobre a literatura de cordel. Apresentando artistas da região, suas obras e um pouco de sua história. A obra pretende resgatar essa genuína forma de literatura nordestina.

sábado, 15 de agosto de 2009

Alunos do 5º e 6º ano convidando as outras turmas da escola para participar do encerramento do Projeto- Festa Junina






Os alunos participaram da aula trazendo tanto seus conhecimentos e concepções quanto seus interesses, preocupações e desejos para sentirem-se envolvidos num processo vivo, no qual o jogo de interações, conquistas e concessões provocaram o enriquecimento de todos. Assim, é inegável a importância da intervenção e mediação do professor e a troca com os pares para que cada um vá realizando tarefas e resolvendo problemas, que criem condições para desenvolverem competências e conhecimentos. Nesse aspecto a linguagem adquire papel fundamental por ser instrumento básico de intercâmbio entre pessoas tornando possível a aprendizagem em colaboração.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Alunos da Escola Getulio Vargas assistem aula de Língua Portuguesa, vestidos com trajes caipiras, desenvolvendo atividades do Gestar II-

Ensaio da Quadrilha para encerramento do Projeto Diversidade Cultural:Festa junina - Escola Getulio Vargas- Nova Lacerda-MT


A escola precisa re-aprender a ser uma organização efetivamente significativa, inovadora, empreendedora. A escola é previsível demais, burocrática demais, pouco estimulante para os alunos. Não há receitas fáceis, nem medidas simples. Mas essa escola está envelhecida nos seus métodos, procedimentos e currículo, um dos caminho seria a organização de mais atividades significativas do que aulas expositivas, que sejam efetivamente mediadores mais do que informadores. É uma mudança cultural complicada,porém o programa do GESTARII vem contribuir nessas inovações, tanto das novas metodologias como das tecnologias.
A escola precisa cada vez mais incorporar o humano, a afetividade, a ética, mas também as tecnologias de pesquisa e comunicação em tempo real. Mesmo compreendendo as dificuldades brasileiras, oferecer oportunidades importantes na preparação do aluno para o seu futuro e o do país é um dever nosso enquanto EDUCADORES.

Professora Gianne Amorim

Alunos desenvolvendo atividades de Produção de Texto do Gestar II- 5º ano





quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Dinâmica Com os alunos Do EJA - Noturno



Partindo da história de cada um e valorizando seus conhecimentos prévios,as atividades de estimulação são diversificadas para os alunos, portanto, o indivíduo é trabalhado como um todo, a parte motora, afetiva e cognitiva, que estão em constante movimento, sendo estimulados, propiciando assim avanços no processo da aprendizagem. Para isto aquecer os alunos com atividades de descontração é fundamental.Apesar de nossos alunos serem jovens e adultos e, portanto demonstrarem a carência de estimulação que sofreram no processo de desenvolvimento acarretando as sérias dificuldades em que se encontram, achamos que a estimulação mesmo em idade tardia poderá ajudá-los para a alfabetização ou no mínimo a melhorar a compreensão de seu mundo.

Relatório TP4 -Texto baseado no Poema Cidadezinha Qualquer, de Carlos Drumond de Andrade

Avançando na prática TP4- Unidade 14
Aos 07 dias do mês de julho de 2009, apresentei aos alunos do 6º ano, o poema de Carlos Drummond de Andrade " Cidadezinha Qualquer", no primeiro momento coloquei apenas o título na lousa e pedi para os alunos formularem hipóteses sobre o que o poeta vai nos apresentar nesse texto, na sequência fizemos a leitura do poema, conversamos sobre o autor, a época que ele escreveu o poema, o lugar onde nasceu e sobre o qual está falando no poema. Pedi aos alunos em seguida pa imaginar como seria essa cidade descrita, analisamos o poema, e pedi aos alunos para descreverem oralmente como seria a cidade dos seus sonhos e depois fizeram uma produção escrita. Observamos neste poema que o conhecimento prévio constituído pelo aluno, inclui valores decisivo no interesse pelo texto e sua compreensão, ativar tal conhecimento e possibilitar a leitura, como também na abertura de horizontes do aluno é papel fundamental do professor.

Segue abaixo uma produção escrita desta prática

Cidadezinha dos sonhos

Eu queria uma cidadezinha melhor, que pudesse sair sem preocupar-se com o que ia acontecer comigo.
Eu queria uma cidadezinha onde a VIOLÊNCIA não existisse.
Eu queria uma cidadezinha onde a DROGAS ninguém conhecesse.
Eu queria uma cidadezinha onde as pessoas se respeitassem no trânsito e os motoristas fossem conscientes.
Eu queria uma cidadezinha onde o HOMEM não poluisse e que todos amassem a natureza.
Eu queria uma cidadezinha onde pudesse colocar minha roupa no varal e dormir tranquilamente. Enfim, eu queria uma cidadezinha onde a PAZ e o AMOR entre as pessoas reinassem, mas é uma pena, essa cidadezinha... só existe nos meus sonhos.

Aluna: Emanuela Cariaga Lopes – 6º ano A
Escola Getúlio Vargas - Nova Lacerda - MT

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Alunos Do EJA Noturno - Conquista D' Oeste










Projeto:Diversidades Culturais -Festa Junina

Introdução
"Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferente”.
(Paulo Freire).

Algumas manifestações populares que atraem nossa atenção e definem a nossa identidade por meio da oralidade são as festas populares. Uma vez que tomando parte nas festas culturais de nossa cidade, renovamos o nosso conhecimento sobre o passado e as formas de nos identificarmos no presente.nossas tradições, muitas vezes foram transmitidas oralmente de geração a geração, mas nos dias atuais podemos contar com diferentes textos escritos que tratam dessas tradições de forma diferenciada. Pensando por este prisma, estaremos trabalhando o tema: Festa Junina, nosso objetivo é enriquecer o conhecimento da criança quanto aos costumes das festas juninas sua história e tradições. Serão realizadas atividades como receitas culinárias, textos, músicas, desenhos, brincadeiras e charadas. Com Objetivo primordial de ampliar o universo lingüístico dos educandos, pois a festa junina se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagens.


Fundamentação Teórica

ORIGEM DA FESTA JUNINA


De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.Festas Juninas no Nordeste Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura. Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas. As comidas típicas, são próprias da época, como o mês de junho é a colheita de milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento, como por exemplo, pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.




















"A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem. "
( José Ortega y Gasset)
Justificativa:
Pensando em tornar a sala de aula um espaço de aprendizagem significativa, propomos trabalhar este projeto no mês de junho, onde começam as comemorações das Festas Juninas, ensaios de quadrilha e danças típicas. Ao passo que as comemorações do mês de junho é uma excelente oportunidade de engajar diversas atividades interdisciplinares e ampliar o universo lingüístico do educando, pois a mesma se constitui uma temática rica onde podemos ser explorar diversos tipos de linguagens, resgate de brincadeiras, culinária típica e outros. A escola tem um papel importante na valorização das tradições, portanto este projeto integrará a comunidade escolar e ocorrerá durante todo o mês de junho. Buscaremos através deste definir para os alunos do 5º ano B, C e D, qual o verdadeiro significado dos festejos juninos, favorecendo ao mesmo tempo a criança quanto à ampliação de seu universo lingüístico.


Objetivo Específico

Possibilitar a criança conhecer um pouco sobre uma das festas tradicionais do Brasil, seus símbolos, Santos, pratos típicos, trajes, brincadeiras e danças. Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos. Conhecer a origem e as características das festas juninas. Admirando e respeitando o trabalho do homem do campo. Com o intuito de desenvolver a socialização das crianças, incentivando o trabalho em grupo e a afetividade entre os mesmos, orientar os alunos a ouvir com interesse as informações trazidas pelos colegas valorizando a tradição das festas juninas, desenvolvendo a linguagem oral e escrita do educando, com o objetivo de Ampliar seu vocabulário e estimular a criatividade e a imaginação dos mesmos através de atividades relacionadas ao tema. Buscando assim, incentivar o gosto pela culinária junina, conscientizando – os sobre os perigos dos balões e fogos de artifício proporcionando às crianças a participação e integração em diversas brincadeiras.




"A cultura é aquilo que permanece no homem quando ele já esqueceu tudo o resto."
( Émile Henriot )
Objetivos Gerais
Incentivar nos alunos o gosto pela leitura, escrita, raciocínio lógico e apreciação das comidas típicas das festas juninas, oferecendo-lhes oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de atividades diversificadas, brincadeiras, pesquisa e apresentações características destes festejos que fazem parte do folclore brasileiro, ressaltando seus aspectos, popular, social e cultural.

Conteúdos

•Poemas, músicas, convites, brincadeiras, dança de quadrilha, confecções de bandeiras, degustação de pratos típicos, trajes, etc.
•Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos;
•Participação em atividades que envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outras.
•Conteúdos Matemáticos que envolvam cálculos, fração, formas geométricas, unidades de medidas e situações problemas;
• Conteúdos de história buscando o conhecimento da origem da festa junina;
• Valorização das diversidades cultural;

Metodologia

•Socialização do tema e do conhecimento que cada criança possui sobre ele;
•Letras em caixa alta com nome da festa: qual letra começa, quais as letras que tem, quantas letras tem, qual a última letra do tema, etc.
•Ensaio de dança/quadrilha;
•Confecção de convites para confraternização;
•Confecção de balões de papel;
•Símbolos, Santos, origem da festa; (visualização da figura dos Santos – semelhanças e diferenças);
•Cantar e dançar músicas e canções de festa junina;
•Brincar de desfile (caracterização de um casal);
•Exploração de maquiagem;
•Simular, e ensaiar casamento caipira;
• Degustação de pratos típicos: Amendoim, milho verde, batata doce, pipoca, pamonha, pé-de moleque, etc.
• Jogo de bingo;
• Receitas com rótulos;
• Confecção de decoração;
• Localizar no globo os países que deram origem á festa: França e Portugal;
• Localizar no mapa Estado e cidades onde há maior concentração das festas;
• Brincadeiras de roda;
• Enfeites: Tamanho, metros, formas geométricas, quantidade de enfeites;











“Assim como uma única isca não pode atrair qualquer tipo de peixe, uma metodologia única não é capaz de alcançar diferentes tipos de alunos.”

No pátio

• Brincadeiras de cabo de guerra; cobra cega, corrida do saco, boliche.

Na Sala:

•Confecção de livro de receitas;
•Confecção de material de pesca;
•Desenhos de animais do campo;
• brincadeira no dia da festa;
•Músicas;


Na cozinha:

• Confecção de docinho para degustação: pipoca, canjica, pé-moleque, maria – mole;
• Bolo fubá, cenoura e chocolate, cachorro quente, quentão e etc.





Recursos

Livros, CD’s, aparelho de som, papéis diversos, cola, tesoura, caixa de papelão, tecido xadrez, giz de cera, tinta guache, sulfit mimeografada, corda, argola, saco estopa, areia, anzol, jogo boliche, bolinhas plásticas, prendas e brindes, produtos para docinho e pratos típicos.

RECURSOS QUANTIDADE
PREGO
TECIDO XADREZ 3m
SACO DE ESTOPA 2
PAPEL OU TNT (confecção banderola)
BARBANTE 1 rolo




FINALIZAÇÃO

O projeto será finalizado com a realização da festa Junina com músicas sertanejas, quadrilhas, ca samento caipira, brincadeiras, comidas típicas e uma confraternização entre alunos, pais e professores.


Avaliação

A avaliação será através de registro em relação a aprendizagem individual e coletiva dos alunos frente as atividades propostas durante o desenvolvimento do projeto. Serão observados também, o interesse da criança, e sua participação nas atividades propostas durante o desenvolvimento do projeto e a participação na confraternização.
“O vento é o mesmo, mas sua resposta é diferente em cada folha.”
Cecília Meireles
Eixos de Ação
Identidade e Cultura
Artes
Música
Linguagem oral e escrita
Natureza e Sociedade
Matemática
História
Ciências
Ensino religioso


CRONOGRAMA

MÊS ATIVIDADES
LEITURAS ATIVIDADES
PRODUÇÕES ATIVIDADES DE CONFECÇOES ATIVIDADES EM GRUPO Socialização do Projeto
Junho **** xxxxxxxx xxxxxxxxxx xxxxxxxxxx xxxxxxxxx
Julho ------------- ---------------- ---------------- ------------- **03 de julho



Legenda:
Xxxxxx - época da execução do projeto.

** - Apresentação dos trabalhos na




Músicas
CAPELINHA DE MELÃO
autor: João de Barros e Adalberto Ribeiro

Capelinha de melão é de São João.
É de cravo, é de rosa, é de manjericão.
São João está dormindo,não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.

PEDRO, ANTÔNIO E JOÃO
autor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago

Com a filha de João
Antônio ia se casar,
mas Pedro fugiu com a noiva
na hora de ir pro altar.
A fogueira está queimando,
o balão está subindo,
Antônio estava chorando
e Pedro estava fugindo.
E no fim dessa história,
ao apagar-se a fogueira,
João consolava Antônio,
que caiu na bebedeira.

BALÃOZINHO
Venha cá, meu balãozinho.
Diga aonde você vai.
Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.
Ah, ah, ah, mas que bobagem.
Nunca vi balão ter pai.
Fique quieto neste canto, e daí você não sai.
Toda mata pega fogo.
Passarinhos vão morrer.
Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.
Já estou arrependido.
Quanto mal faz um balão.
Ficarei bem quietinho, amarrado num cordão.


SONHO DE PAPEL
autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro

O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.
Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.
Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar.

PULA A FOGUEIRA
autor: João B. Filho

Pula a fogueira Iaiá,
pula a fogueira Ioiô.
Cuidado para não se queimar.
Olha que a fogueira já queimou o meu amor.
Nesta noite de festança todos caem na dança alegrando o coração.
Foguetes, cantos e troca na cidade e na roça em louvor a São João.
Nesta noite de folguedo todos brincam sem medo a soltar seu pistolão.
Morena flor do sertão, quero saber se tu és dona do meu coração.

CAI, CAI, BALÃO
Cai, cai, balão.Cai, cai, balão.
Aqui na minha mão.
Não vou lá, não vou lá, não vou lá.Tenho medo de apanhar.

Receitas

Bolinho de mandioca com queijo e ervas

Ingredientes:
1 kg de mandioca descascada e picada
3 xícaras (chá) de leite
1 colher (sopa) de manteiga
2 ovos 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
200 g de mussarela moída
2 colheres (sopa) de sálvia picada
2 colheres (sopa) de tomilho fresco picado óleo para fritar e sal

Modo de Preparo:

Coloque em uma panela a mandioca e o leite e cozinhe, em fogo baixo, por 35 minutos, ou até o leite evaporar e a mandioca se desfazer. Retire, passe a mandioca, ainda quente, no espremedor e transfira a massa obtida para uma tigela. Misture a manteiga, os ovos, o fermento e o sal. Reserve. À parte, peneire a farinha de trigo e, aos poucos, acrescente a massa de mandioca mexendo sempre com uma colher. Se necessário, junte mais farinha de trigo. A massa deve ficar unida e desprender das mãos. Reserve. Em uma tigela, misture a mussarela, a sálvia e o tomilho e reserve. Para fazer os bolinhos, estenda um pouco de massa na palma da mão enfarinhada, coloque um pouco da mistura de mussarela e enrole sem deixar aberturas ou dobras. Frite os bolinhos em uma panela com óleo bem quente até dourarem. Retire e coloque-os sobre papel toalha para eliminar o excesso de gordura. Sirva os bolinhos com salada verde. Se preferir, salpique mussarela ralada no momento de servir.





Bolo de batata-doce e coco
Ingredientes:

1 xícara (chá) de açúcar
1 tablete de manteiga (200 g)
1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
3 ovos 1 colher (sopa) de fermento em pó
2 vidros pequenos de leite de coco
2 vidros pequenos de leite de coco (400 g)
2 colheres (sopa) de raspas de limão
370 g de batata-doce roxa cozida e amassada1 xícara (chá) de coco em flocos


Modo de Preparo
Bata na batedeira a manteiga (reserve 1 colher de sopa), o açúcar e as raspas de limão por 3 minutos, ou até obter um creme homogêneo. Sem parar de bater, junte as gemas uma a uma. Adicione a batata-doce, a farinha de trigo, o coco e o leite de coco e bata mais um pouco. Por fim, incorpore as claras batidas em neve e o fermento em pó, misturando delicadamente.Com a manteiga reservada, unte uma fôrma redonda, de 25 cm de diâmetro, e polvilhe com farinha de trigo. Despeje a massa e leve para assar em forno médio, pré aquecido, por 45 minutos, ou até que enfiando um palito, ele saia limpo. Se preferir, salpique coco na superfície para decorar.

BOLO DE MILHO

Ingredientes
1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de milho pré-cozida
1/2 xícara (chá) de farinha de mandioca
10 colheres (sopa) de açúcar
2 xícaras (chá) de leite desnatado
5 colheres (sopa) de manteiga
1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado


Modo de Preparo:

Coloque no processador as farinhas de milho e a de mandioca e o açúcar. Bata por 2 minutos, ou até obter uma farinha mais fina. Retire e passe a mistura por uma peneira. Reserve. Coloque o leite, a manteiga e o coco em uma panela. Leve ao fogo por 3 minutos, ou até ferver. Retire do fogo e despeje, aos poucos, e sem parar de mexer, sobre os ingredientes secos peneirados. Mexa vigorosamente até ficar homogêneo. Forre com um pedaço de pano fino, de preferência musseline, a parte de cima de uma cuscuzeira, com 20 cm de diâmetro. Coloque a massa e reserve. Coloque 500 ml de água na parte de baixo da cuscuzeira e leve ao fogo por 3 minutos, até ferver. Encaixe a cuscuzeira, tampe a panela e reduza o fogo. Cozinhe em fogo baixo por 50 minutos, ou até a massa ficar macia. Retire do fogo e desenforme com cuidado. Se preferir, polvilhe com canela em pó ou sementes de erva-doce. Sirva com mel ou melado. (Fonte: Revista Água na Boca)

Canjica com coco
Ingredientes:
1 xícara de canjica
1 xícara de leite de coco
3 xícaras de leite
1 xícara de açúcar
1 canela em pau


Modo de Preparo: Coloque a canjica de molho em água fria por 8 horas. Escorra e coloque em uma panela juntamente com o leite e metade do açúcar. Adicione o pau de canela e leve à fervura em fogo baixo para que os grãos fiquem macios. Teste e se estiver no ponto adicione à panela o açúcar restante e o leite de coco. Ferva novamente para encorpar o líquido. Sirva quente salpicando com canela em pó.




MAÇÃ DO AMOR
Ingredientes
8 maçãs firmes
4 xícaras de açúcar
1 xícara de água
2 colheres (sopa) de glucose de milho
1 colher (sopa) de corante vermelho para alimentos
palitos para sorvete

Modo de Preparo
Lave e seque muito bem as maçãs. Espete os palitos na parte superior das maçãs, ao lado do talinho. Unte uma pedra de mármore ou granito com óleo vegetal. Prepare a calda misturando bem o açúcar, água e glucose. Coloque em uma panela funda e pequena (pode ser em uma leiteira), tampe e levar ao fogo, fervendo tampada por 3 minutos. Retire a tampa e ferva por aproximadamente 10 minutos ou até atingir a temperatura de 130 graus (ou ponto de vidro, pode-se testar colocando algumas gotas da calda em um copo com água gelada). Retire do fogo e acrescente o corante e balance levemente a panela para colorir todo a calda. Coloque a panela com a calda em banho-maria e mergulhe as maçãs, uma a uma segurando-as pelos palitos. Levante e deixe escorrer o excesso, coloque para esfriar sobre uma pia de mármore untada. Deixe esfriar completamente.


PÉ-DE-MOLEQUE
Ingredientes
2 xícaras (chá) de açúcar
1/2 kg de amendoim cru1 lata de leite condensado
1 colher (café) de bicarbonato de sódio margarina para untar

Modo de Preparo:

Numa panela, coloque o açúcar, 2 colheres (sopa) de água e o amendoim. Leve ao fogo, mexendo de vez em quando, por 15 minutos, ou até ficar com cor de caramelo claro. Junte o leite condensado e o bicarbonato, mexendo sempre, por 5 minutos. Retire do fogo e continue mexendo por mais 5 minutos, ou até a mistura ficar opaca. Despeje a mistura numa superfície lisa, untada com a margarina e deixe amornar. Corte em quadrados e sirva.


PIPOCA

Ingredientes:
4 colheres (sopa) de óleo vegetal
1 xícara de milho para pipoca
½ colher (chá) de sal

Modo de Preparo
Coloque o óleo em uma panela e leve ao fogo para aquecer bem. Acrescente o milho e misture. Tampe a panela. Assim que o milho começar a estourar comece a balançar a panela sobre a chama para que as pipocas não queimem. Espere que todas estourem. Coloque em uma tigela e salpique com sal.


DOCE DE ABÓBORA

Ingredientes:
1 kg de abóbora descascada1 colher (sopa) de cal virgem para uso culinário
4 xícaras de açúcar
2 xícaras de água
12 cravos-da-índia
1 canela em pau


Modo de Preparo
Corte a abóbora em cubos de 3 cm. Desmanche a cal em 2 litros de água fria e despeje sobre as abóboras. Deixe descansar por 2 horas. Escorra e elimine a água. Lave os pedaços de abóbora em água corrente por 2 ou três vezes. Coloque o açúcar e a água em uma panela e leve à fervura, adicione os cravos e a canela. Fure de leve os pedaços de abóbora para que absorvam a calda e coloque-os na panela. Ferva em fogo baixo para que os pedaços de abóbora fiquem firmes, porém macios. Retire-os com uma escumadeira e coloque em uma compoteira. Reduza a calda até o ponto de fio e despeje sobre as abóboras. Deixe esfriar antes de servir.


COCADA

Ingredientes:
250 g de açúcar refinado
250 g de coco fresco ralado
100 g de leite condensado

Modo de Preparo:

Numa panela, leve ao fogo 200 g de açúcar, junte 60 ml de água e deixe até caramelizar levemente (dependendo da intensidade de cor que deseja dar ao doce). Adicione o coco, o açúcar restante e o leite condensado, misturando sempre com uma colher de pau até que a calda se torne espessa e em ponto de fio. Transfira para uma compoteira e decore com cravo-da-índia. Se preferir uma versão mais firme, deixe a calda encorpar mais, despeje a mistura sobre uma superfície untada com manteiga e espere resfriar para cortar.


Quentão sem álcool
Ingredientes
1 xícara de açúcar
1 litro de água
1 1/2 xícara de suco de laranja
canela em pau e cravo da índia a gosto
1 pedaço pequeno de gengibre
Modo de preparo
Queimar o açúcar (cor de caramelo), colocar a água, o suco, o gengibre, a canela e o cravo. Deixar ferver por + ou - 20 minutos.
Bolo de Fubá Cremoso
Ingredientes:
3 gemas
4 colheres de sopa de óleo
3 xícaras de chá de açúcar
4 xícaras de chá de leite
1 xícara de chá de fubá
3 colheres de sopa de farinha de trigo
1 xícara de chá de queijo ralado
1 colher de sopa de fermento em pó
3 claras em neve
Modo de fazer:
Bata todos os ingredientes no liquidificador, menos o fermento e as claras. Junte depois numa tigela, coloque a massa numa assadeira untada com margarina, leve em forno pré aquecido por 35 minutos, espere esfriar e corte em quadradinhos.


Fatias de Amendoim
Ingredientes:
500g de amendoim torrado e moído
500g de açúcar
3 ovos inteiros
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
Modo de fazer
Junte tudo e amasse até ligar. Coloque-se em forma retangular untada, e com a palma da mão vai se calcando até formar uma camada lisa e nivelada. Para facilitar, pode se ir molhado a mão pra não grudar na massa. Leve ao forno, com um calor moderado, por 20 minutos. Depois de esfriar, cortar em fatias

Doce de Abóbora com Coco
Ingredientes
2 kg de abóbora vermelha
Água suficiente para cozinhar a abóbora
800g de açúcar cristalizado
4 xícaras de chá de água
Cravinho e canela em rama a gosto
1 pacote de coco ralado (100g)

Modo de fazer:
Descasque e corte a abóbora em pedaços. Cozinhe com água em fogo alto. Coloque numa peneira para escorrer completamente. Prepare a calda em ponto de pérola com açúcar e a água (4 xícaras). Junte a massa de abóbora e mexa deixando ferver até ficar transparente. Acrescente o coco, mexa e retire do fogo. Sirva bem frio, de preferência dentro de uma compoteira.











ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
MUNICIPIO DE NOVA LACERDA
ESCOLA MUNICIPAL GETULIO VARGAS
















PROJETO: PROJETO MENSAL DE ENSINO






















NOVA LACERDA, JUNHO DE 2009
ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
MUNICIPIO DE NOVA LACERDA
ESCOLA MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS








IDENTIFICAÇÃO: ESCOLA MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS

DIRETORA: ROMILDO NIERO

COORDENADORAS PEDAGÓGICAS: APARACECIDA BULZON e NEIDE MARIA

DOCENTE: GIANE AMORIM

DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA, MATEMÁTICA, HISTÓRIA, CIÊNCIA, ARTES E ENSINO RELIGIOSO

PROJETO: BIMESTRAL DE ENSINO

TEMA: Diversidades Culturais: “FESTAS JUNINAS”

PERÍODO: JUNHO A JULHO DE 2009

CLIENTELA: ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL- (6º ANO A e E )








NOVA LACERDA, JUNHO DE 2009














ANEXOS